Minhas paixões


15/06/2005


Pensando...

Mensagem referente a semana de 10 de junho.

    Todos já sabem que o blog começou como trabalho acadêmico, mas hoje em dia já não é mais...Desculpe, professor Jarbas. É o lugar onde posso dizer tudo que penso para que o "mundo" fique sabendo.

    Hoje terminei de reler um texto que nos foi apresentado na aula de tecnologia educacional, cujo título é "A alma das WebQuest", que fala sobre um professor poder trabalhar a web de forma organizada e ao mesmo tempo livre com seus alunos, pois enquanto direciona o caminho a ser percorrido, permite que o aluno verifique e trabalhe com suas habilidades e interesses pessoais, de forma cooperativa, criativa e crítica.

    O texto é na realidade uma análise das webquest que vêm sendo criadas e publicadas na rede e apresenta muitos modelos de como ela não deve ser. O argumento que mais me chamou a atenção foi "WebQuest cujas tarefas são exercícios meramente escolares, falta um sopro de vida: responder um questionário, colecionar informações já preparadas, identificar informações existentes na Internet ou em outras fontes, etc. São propostas de tarefas que transferem uma prática escolar (inautêntica e artificial)para a rede ou o computador."

    Percebemos que o comentário diz que os professores atualmente são meros reprodutores de técnicas e completamente sem criatividade, pois utilizam-se de materiais riquíssimos em conteúdo, informações de maneira antiquada e retrograda.

    Mas será que só o professor que tem acesso a internet, precisa se preocupar em criar uma WebQuest, uma aula criativa, progressista, que trabalhe a cooperação e as habilidades individuais de seus alunos ao mesmo tempo?

   Vou reler o texto, buscar outras informações e volto a blogar sobre essa questão...

   Não será também, trabalhar a afetividade, trazendo inovações e não meras repetições para a sala de aula?

    Pensa, pensa, pensa...

Escrito por Luciana às 09h24
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14/06/2005


Falta de afetividade

Mensagem referente a semana de 03 de junho de 2005.

    Tive alguns problemas pessoais, que impossibilitaram a postagem de mensagens nas duas últimas semanas, por isso, estou tentando atualizar tudo que tenho para falar.

    Na semana do dia 30, comemorei mais um aniversário e meu presente nessa semana foi perceber o quanto a afetividade tem estado fora de nossas vidas.

    Vi um rapaz, que se dizia universitário humilhar uma moradora de rua, igualando-se em condições de pobreza com a mesma. Ela pobreza material e ele a pior das pobrezas, a moral.

    Acredito que todos precisamos ter o mínimo de princípio em nossas vidas, se nos decidimos a não dar esmolas, que isso seja verdadeiro e realmente praticado, o dito universitário vinha no caminho da faculdade para o metrô, conversando com um grupo de amigos, e ao ser abordado, disse para a mulher que não tinha dinheiro, e entre algumas brincadeiras ofensivas de seus amigos, denegrindo ainda mais a imagem daquele ser humano, já em condições precarias, resolve abrir a bolsa, pegar uma moeda (que fez questão de mostrar a todos ser de R$0,01) e lança-la no meio da rua chamando a mulher para que pegasse.

   Foi no mínimo uma atitude infantil e no máximo desumana.

   Não que seja culpa de um professor ou dos pais desse indivíduo (que provavelmente nem imagem que o filho aja assim), mas culpa da falta de afetividade entre seres humanos. Falta desenvolver o mínimo de respeito, e isso começa sim na infância, prolonga-se pela adolescência e concretiza-se na idade adulta.

    O que fizemos do respeito, do carinho e do bom senso em nossas vidas?????

    Retorno amanhã para conversarmos mais um pouquinho, peço apenas que pensem sobre o assunto, e quem quiser pode relatar outros acontecimentos ou discordar do que postei, mas é minha opinião...

Escrito por Luciana às 10h12
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