Mensagem referente a semana de 10 de junho.
Todos já sabem que o blog começou como trabalho acadêmico, mas hoje em dia já não é mais...Desculpe, professor Jarbas. É o lugar onde posso dizer tudo que penso para que o "mundo" fique sabendo.
Hoje terminei de reler um texto que nos foi apresentado na aula de tecnologia educacional, cujo título é "A alma das WebQuest", que fala sobre um professor poder trabalhar a web de forma organizada e ao mesmo tempo livre com seus alunos, pois enquanto direciona o caminho a ser percorrido, permite que o aluno verifique e trabalhe com suas habilidades e interesses pessoais, de forma cooperativa, criativa e crítica.
O texto é na realidade uma análise das webquest que vêm sendo criadas e publicadas na rede e apresenta muitos modelos de como ela não deve ser. O argumento que mais me chamou a atenção foi "WebQuest cujas tarefas são exercícios meramente escolares, falta um sopro de vida: responder um questionário, colecionar informações já preparadas, identificar informações existentes na Internet ou em outras fontes, etc. São propostas de tarefas que transferem uma prática escolar (inautêntica e artificial)para a rede ou o computador."
Percebemos que o comentário diz que os professores atualmente são meros reprodutores de técnicas e completamente sem criatividade, pois utilizam-se de materiais riquíssimos em conteúdo, informações de maneira antiquada e retrograda.
Mas será que só o professor que tem acesso a internet, precisa se preocupar em criar uma WebQuest, uma aula criativa, progressista, que trabalhe a cooperação e as habilidades individuais de seus alunos ao mesmo tempo?
Vou reler o texto, buscar outras informações e volto a blogar sobre essa questão...
Não será também, trabalhar a afetividade, trazendo inovações e não meras repetições para a sala de aula?
Pensa, pensa, pensa...![]()




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