Retorno
Boa Tarde!
Essa semana retornamos do recesso escolar nas escolas Municipais.
Afirmo que não foram suficientes essas duas semanas em casa, faltou tempo para tantas coisas que nós professores costumamos deixar para fazer nessa época, como ir ao médico para consultas de rotina por exemplo, mas estamos de volta.
Observei que as crianças voltaram mais calmas, estão mais compenetrados, parece que amadurecidos,
! E isso é muito importante, quisera que todos os pais tivessem a consciência de não criticar o ambiente escolar, ou as dicisões tomadas pelos professores na frente de seus filhos, pois isso denigre a imagem do profissional.
Sei que nós professores não somos santos, temos nossos momentos de irritação, de falta de paciência, aquele momento em que falamos mais alto por conta de um comportamento que achamos inadequados, mas os pais precisam antes de mais nada buscar a informação com o professor, o que aconteceu? Como aconteceu? Por que aconteceu? E, se mesmo conhecendo as duas versões da história, a da criança e do professor, ainda achar que tem críticas ao trabalho do professor, vá direto falar com ele, não fale para a criança.
Nesse sentido minha mãe sempre teve uma prática muito interessante e que usamos com nossos filhos e sobrinhos em casa: " - A professora te deu uma bronca? Bem feito, no mínimo você fez algo para merecer!" Essa fala de minha mãe me preparou para receber todas as críticas devidas e indevidas, na escola, (e olha que já sou graduada, pós-graduada e estou enfrentando uma segunda graduação presencial!) na profissão e até mesmo em minha vida particular.
Precisamos educar nossas crianças, a respeitarem-se umas as outras, aos "mais velhos" familiares ou não, mas principalmente a respeitarem-se a si mesmas, aprendendo a ouvir opiniões diversas e acatar o que acreditam mais importante.
Beijos e muita luz a todos!
Sugestão
Bom dia!!!
Na noite passada fui ao cinema com duas amigas especiais...
Assistimos ao terceiro filme da Saga do Crepúsculo - Eclipse... e posso dizer: boa escolha!
O filme é interessante, no começo foi difícil de assistir, pois é um monte de pedacinho junto, deixa a sensação de que está faltando algo, a gente sabe que não dá pra colocar o livro todo na tela né...rs...
Mas quando "engrena" o filme fica maravilhoso, cheio de emoção... para quem gosta de boa briga e pra quem é romantico...

Outra boa sugestão é "Toy Story 3". Lindo... de chorar literalmente...rs...
Os brinquedos mais bem cuidados do mundo estão se sentindo abandonados, pois seu dono Andy, já está crescido e não brinca mais, com medo de ir para o lixo iniciam a aventura mais maluca e engraçada que brinquedos podem enfrentar... Não é só para criança não, é para todo mundo. Ah, e ele ainda ensina a praticar a caridade, mostrando pra gente o que fazer com "coisas" em bom estado que não tem mais serventia em nossa casa.

Bom as duas fotos foram tiradas do site http://cinema10.com.br/.
Espero que aproveitem as sugestões descansem bastante e se divirtam!!!
Bjs e muita luz a todos!
Ser "Módulo"...
Boa tarde!!
Depois de assistir a vitória da Argentina, fiquei inspirada a não pensar em futebol... Afinal amanhã tem a nossa seleção... ai ai...
Prometi falar um pouco sobre ser professor em módulo, e descobri que isso não é fácil!
Esse "novo cargo", nada mais é do que o antigo adjunto, aquele que ficava a disposição da escola para assumir as salas quando os professores titulares faltavam. Acontece que em 2007 houve uma mudança na legislação e o cargo de adjunto deixou de existir, passou a se contar o tempo de serviço do professor para permitir que ele assuma ou não sala.
E professores como eu, que prestaram concurso para professor titular, ficaram sem sala, e os adjuntos, assumiram aulas pois têm pontuação maior que a nossa.
Na prática, nunca houve diferença entre os cargos, mas na teoria a diferença era grande... Conheço professores que estavam a 20 anos como adjunto, não prestaram concurso para titular porque não quiseram...
Em muitas escolas essa nova função não é problema, mas em outras, por conta da falta de regulamentação do cargo, a situação fica bem complicada. Um dos pedidos mais recorrentes a nós, professores de módulo, é que entremos em sala para acompanhar alunos que ainda não sejam alfabéticos e que tenham dificuldade em matemática. Essa tarefa não é fácil de ser cumprida, pois é quase uma invasão de privacidade, os professores "titulares" sentem que estamos invadindo, vigiando e tal.
Algumas escolas deixam os professores em módulo responsáveis por aulas de reforço, os alunos não alfabéticos saem de suas salas em horários previamente estipulados e são atendidos em suas necessidades individualmente, essa é a melhor atividade que poderiamos ter, não invadimos a praia de ninguém e nos divertimos com atividades interessantes para as crianças.
Agora, quando falta algum titular, lá estamos nós para substituí-los. E aí a sala de aula...
Isso é um outro assunto que falarei em breve...
Boa semana a todos, divirtam-se bastante... torçam muito e espero ter boas notícias na próxima postagem...
Bjs e muita luz a todos!
Oi!!!
Quanto tempo, não?
Vou atualizá-los...
Em 2007 assumi um cargo na prefeitura de SP como professora de educação infantil... no mesmo ano prestei concurso para professora do ensino fundamental, tb em SP, passei!
Assumi uma escola em cargo precário... É aquela vaga que existe na escola, mas os professores antigos não sabem que existe... e trabalhei durante 6 meses em uma escola muito, muito perto da minha casa... Continuei fazendo minha Pós-graduação em Pedagogia Empresarial...
Em Dezembro, fui para a escolha da vaga definitiva, aquela que seria minha para o resto da vida, OBA!!! Funcionária Pública concursada... isso é o que todo mundo quer ser, para ter estabilidade profissional...
Só consegui vaga numa escola na sub-prefeitura de Socorro... E eu moro na sub-prefeitura da Penha... Vejam só!
Trabalhei lá o ano de 2008, passei por três escolas... Aprendi muito sobre a rede... Sinto muita saudade do CEI Jd Reimberg... Puxa, como eu gostava desta escola... O CEI Jd República fiz só dois amigos especiais... Marina e Ricardo... Saudade!
Terminei a Pós, com louvor...rs... Meu querido professor Marcelo me ajudou muito a terminar a monografia, falando sobre Ética profissional... o máximo!
Em 2009 consegui remoção para mais perto de casa... para quem não sabe: em novembro as vagas que existem mas os professores antigos não sabem ...
são apresentadas e podemos escolher qual nos agrada e concorrer por ela, leva-se em conta o tempo de magistério na rede que se tem. Ufa, CEU Quinta do Sol... próximo ao Metro Guilhermina-Esperança... Perfeito.
Conheci pessoas fantásticas: Paula, Cecília, Mariana, Monica, Talita... se pudesse trabalharia o resto da minha vida com essas pessoas...
Lembram o concurso que passei em 2007? Pois é, em maio de 2009 fui convocada e assumi uma turma de 2ª série num lugar chamado Jd Palanque... Sub-prefeitura de São Matheus... Uma experiência fantástica... Mas a vaga era precaria...
Em novembro novo concurso de remoção e consegui, agora sim, duas escolas que ficam a 20 minutos da minha casa cada uma delas... e estou amando a permanencia nelas... No período da manhã tenho uma sala com crianças de 3 anos, uns amores, que as vezes me fazem rir muito e outras me deixam de cabelo branco...rs...
A tarde estou no chamado Módulo, por não ter pontuação fico esperando que um professor falte para assumir a sala dele. E não está sendo a melhor dos momentos da minha vida... Mas com certeza tenho algo para aprender...
Em Fevereiro deste ano, decidi voltar a estudar... Faculdade de História... Estou cursando o primeiro semestre, e tive uma experiência nada agradável... fiquei de Exame na matéria que mais gosto do professor, tudo bem, vou fazer prova de novo, e tentar passar...
Isso é um breve resumo, faltando muitos momentos que me fizeram chorar ou sorrir, mas que só assim, visto do alto, já mostra o quanto tive que amadurecer nesses últimos anos...
Aqui na escola da tarde a professora de informática está com um projeto em que os professores podem construir blogs para usar em aulas, apresentar as produções dos alunos e tal, me incentivou a voltar... e aqui estou... agora com computadores a vontade, tempo regular para atualizações e muita vontade de dividir tudo que aprendi e estou aprendendo... como diria minha mãe: "juntou a fome com a vontade de comer"...
Até muito breve...
No próximo vamos conversar sobre as dificuldades de estar em Módulo... 
Beijos e muita luz a todos!
De Volta
Hoje pela manhã, ao abrir meu e-mail tive uma surpresa.
Encontrei um convite do professor Jarbas para participar de seu Blog "Boteco Escola".
Foi delicioso passar por lá, ver os textos publicados, os comentários. E isso me deu uma vontade incrível de voltar a Blogar.
É por isso que estou aqui.
Com outros recadinhos, outras experiências, outras dúvidas, e com mais vontade de escrever.
Blogar, ter assim a oportunidade de ver o que pensam os internautas, os blogueiros.
Vou adorar receber os recadinhos de vocês, os comentários... Sintam-se em casa... participem, ok?
Para finalizar a mensagem de hoje, deixo uma frase para pensarmos:
O SER HUMANO É DOTADO DE FORÇA INFINITA.
O que acham desta frase?
Na próxima mensagem vou contar por que resolvi colocá-la aqui.
Abraços saudosos a todos!
Luciana
Processo...
Mensagem referente a semana de 17 de junho.
Nesse processo de construção de um blog, muitas dúvidas se apresentam! O que é interessante registrar? Como devo fazer esse registro? Como será recebido pelos usuários da net?
Essas dúvidas povoam também meus pensamentos sobre as aulas que preparo para meus alunos, muitas vezes imagino como me sentiria se estivesse sentada na sala de aula e tivesse que ver aquela aula, aquele tema exposto ou trabalhado daquela forma, e já me peguei pensando "Puxa que droga, a hora não passa." Pior que pensar isso é pensar somente quando a aula já acabou.
Esse é mais um aspecto para se trabalhar com afetividade, se colocar no lugar do outro, tentar pensar como o outro pensa, para conseguir se fazer coerente, claro e direto no tema tratado.
Planejar é, então, o segredo de uma aula afetiva, seja usando a internet ou não, pois no processo de planejameto é que prevemos como será realizada, podemos prever também se o assunto vai ou não ser bem aceito pela sala e até se a forma de expor o tema será agradável.
É, ainda temos muito a pensar e mudar em nossa forma de ver a sala de aula.
Mas não só professores, monitores de projetos sociais, evangelizadores e tantas outras pessoas que trabalham transmitindo algum conteúdo, colocar-se no lugar do outro é fundamental.
Podemos encontrar essa informação no texto que citei na mensagem anterior "El alma de la WebQuest", e traze-lo para a nossa realidade, façamos ou não parte da comunidade de profissionais que tem a internte a sua disposição.
"Una buena parte de los elementos que he considerado como indicadores de la ausencia o presencia de alma depende del educador. Depende de la convicción, la creatividad, los valores." Jarbas Novelino Barato
Traduzindo:
"Uma boa parte dos elementos que considerei como indicadores da ausência ou presença de alma depende do educador. Depende da convicção, a criatividade, os valores."
Pensando...
Mensagem referente a semana de 10 de junho.
Todos já sabem que o blog começou como trabalho acadêmico, mas hoje em dia já não é mais...Desculpe, professor Jarbas. É o lugar onde posso dizer tudo que penso para que o "mundo" fique sabendo.
Hoje terminei de reler um texto que nos foi apresentado na aula de tecnologia educacional, cujo título é "A alma das WebQuest", que fala sobre um professor poder trabalhar a web de forma organizada e ao mesmo tempo livre com seus alunos, pois enquanto direciona o caminho a ser percorrido, permite que o aluno verifique e trabalhe com suas habilidades e interesses pessoais, de forma cooperativa, criativa e crítica.
O texto é na realidade uma análise das webquest que vêm sendo criadas e publicadas na rede e apresenta muitos modelos de como ela não deve ser. O argumento que mais me chamou a atenção foi "WebQuest cujas tarefas são exercícios meramente escolares, falta um sopro de vida: responder um questionário, colecionar informações já preparadas, identificar informações existentes na Internet ou em outras fontes, etc. São propostas de tarefas que transferem uma prática escolar (inautêntica e artificial)para a rede ou o computador."
Percebemos que o comentário diz que os professores atualmente são meros reprodutores de técnicas e completamente sem criatividade, pois utilizam-se de materiais riquíssimos em conteúdo, informações de maneira antiquada e retrograda.
Mas será que só o professor que tem acesso a internet, precisa se preocupar em criar uma WebQuest, uma aula criativa, progressista, que trabalhe a cooperação e as habilidades individuais de seus alunos ao mesmo tempo?
Vou reler o texto, buscar outras informações e volto a blogar sobre essa questão...
Não será também, trabalhar a afetividade, trazendo inovações e não meras repetições para a sala de aula?
Pensa, pensa, pensa...
Falta de afetividade
Mensagem referente a semana de 03 de junho de 2005.
Tive alguns problemas pessoais, que impossibilitaram a postagem de mensagens nas duas últimas semanas, por isso, estou tentando atualizar tudo que tenho para falar.
Na semana do dia 30, comemorei mais um aniversário e meu presente nessa semana foi perceber o quanto a afetividade tem estado fora de nossas vidas.
Vi um rapaz, que se dizia universitário humilhar uma moradora de rua, igualando-se em condições de pobreza com a mesma. Ela pobreza material e ele a pior das pobrezas, a moral.
Acredito que todos precisamos ter o mínimo de princípio em nossas vidas, se nos decidimos a não dar esmolas, que isso seja verdadeiro e realmente praticado. O dito universitário vinha no caminho da faculdade para o metrô, conversando com um grupo de amigos, e ao ser abordado, disse para a mulher que não tinha dinheiro, e entre algumas brincadeiras ofensivas de seus amigos, denegrindo ainda mais a imagem daquele ser humano, já em condições precarias, resolve abrir a bolsa, pegar uma moeda (que fez questão de mostrar a todos ser de R$0,01) e lança-la no meio da rua chamando a mulher para que pegasse.
Foi no mínimo uma atitude infantil e no máximo desumana.
Não que seja culpa de um professor ou dos pais desse indivíduo (que provavelmente nem imaginam que o filho aja assim), mas culpa da falta de afetividade entre seres humanos. Falta desenvolver o mínimo de respeito, e isso começa sim na infância, prolonga-se pela adolescência e concretiza-se na idade adulta.
O que fizemos do respeito, do carinho e do bom senso em nossas vidas?????
Retorno amanhã para conversarmos mais um pouquinho, peço apenas que pensem sobre o assunto, e quem quiser pode relatar outros acontecimentos ou discordar do que postei, mas é minha opinião...
A busca
Viajo em busca de mistério, aventura e emoção. Abro o livro e...
"O boi baba."
Feira sobre Educação
No último sábado dia 21 de maio estive no Expocenter Norte, na feira Educar Educador, que reuniu as grandes editoras de material didático. Simultaneamente ocorreram palestras, das quais não posso falar muito pois somente o público pagante teve direito a participar, e eu fui como convidada.
Foi um passeio interessante, pois pude observar a procura dos professores por novos materiais, livros de apoio e revistas que tratam sobre educação. Mas também fiquei muito triste por ver o material lá divulgado. Não estou aqui para generalizar, nem para dizer que todas as editoras trabalham igual, mas me entristeceu muito ver a quantidade de material pronto, tão pronto que o único trabalho do professor seria distribuir o material entre os alunos, e o trabalho desses seria passar cola e colocar sobre a folha em local previamente determinado.
Enquanto passamos quase três anos pensando em como fazer nosso aluno participar da aquisição do conhecimento, pessoas com mais poder do que nós gastam seus dias pensando em como o aluno vai obedecer a regras previamente estabelecidas.
Ainda estou frustrada com essa visita a feira, e me questiono, para que tanto trabalho, para que tanto estudo, se os donos ou mantenedores, como eram chamados na feira, se preocupam somente com o "conhecimento pronto"?
Deixo aqui minha dúvida e fico torcendo para que alguém possa me auxiliar na busca de uma resposta.
Até breve...
Uma nova missão...
Temos sido incentivadas pelo professor Jarbas, a ler e escrever sobre textos e artigos que falam sobre o uso da tecnologia dentro da escola, e semana passada ele nos forneceu outro texto por ele traduzido, que achei muito interessante.
Nele fui apresentada a um sistema já existente de tecnologia educacional chamado de EAC - Ensino Assistido por Computador - no qual os computadores são programados para imitarem o professor, seguindo o estudo de um tema através de perguntas e respostas, ora feitas pelo computador ao aluno, ora ao contrário.
Mas quais as vantagens de enchermos alguém de perguntas? Será que essa é a melhor maneira de se ensinar? É nessa proposta de perguntas - diretas - a que se relega a pesquisa, a formação do cidadão crítico, o despertar da curiosidade, tão debatido atualmente no âmbito educacional?
George A. Miller, apresenta a necessidade do professor se preparar para incorporar a tecnologia em sala de aula como instrumento auxiliar da pesquisa, sendo mais que um "perguntador" profissional.
Por isso destaquei do texto a citação que foi publicada, a tecnologia precisa ser usada em sala de aula, precisamos que nossos alunos aprendam a "computar" mas precisamos mais, que conheçam o que irão computar, eis o papel do professor junto com a tecnologia.
Até mais...
"Real ou virtual?"
Autor: George A. Miller
Buscar na Web "George A. Miller"
Quando: 1983
Quando computamos, deve existir algo a ser computado. O ato de computar não ocorre vazio. Se tentarmos programar o computador a imitar alguma coisa, devemos aprender a teoria por trás desta alguma coisa(ou construir nossa própria teoria sobre a matéria).
Microconto
Uma experiência nova, escrever microcontos... Espero que leiam, e enviem seus comentários...
Copiar, ler, resolver, entender, comemorar. -Cala boca menino!
DESPEDIDA
Estranho esse título, não?
Mas foi o que aconteceu essa semana, no curso onde trabalho no período da manhã.
Os alunos ou legionários, como chamamos, ficam conosco apenas seis meses, e dia 05 foi a formatura de quatro turmas, duas com as quais eu trabalhava, a 66ª feminina e a 93ª masculina.
Nestas turmas tivemos muitas dificuldades de relacionamento, mas quando estava ficando gostoso, acabou. Não é a primeira turma que se forma desde que trabalho lá, mas é a primeira que tenho o blog para compartilhar como me sinto.
Após todas as formaturas, fica um vazio incrível, falta o sorriso companheiro de algumas pessoas todas as manhãs, falta a pergunta, que alguns acham ser importunas, mas que me fazem estudar mais e mais para dar aulas, falta a conversa gostosa na sala de digitação, falta as broncas por causa da postura inadequada para determinadas situações. Quando trabalhamos por um ano inteiro com uma turma, parece cansativo, mas quando temos apenas seis meses para consquistar uma relação de confiança e harmonia, tudo parece muito triste, quando acaba.
Sei que será por pouco tempo, outros iniciarão o curso no dia 16 de maio, mas os que sairam foram únicos, especiais e me fizeram crescer. Se algum legionário dessas duas turmas citadas ler a mensagem, saibam vocês faram falta, se algum legionário das turmas anteriores ler também, foi exatamente assim que me senti após a formatura de vocês.
Obrigado por me auxiliarem a crescer, a aprender e a mudar. Todos vocês, ex-legionários, são especiais. Um super beijo a todos.
Espero que as meninas da turma 67ª e os meninos da turma 94ª, não fiquem chateados, vocês também foram especiais, num espaço menor de tempo, mas foram, deixaram suas marcas, e vou sempre me recordar, principalmente depois que os meninos apareceram no VideoShow...
Interatividade
Muitas vezes imaginamos que nossos alunos querem ter os assuntos trabalhados em sala de aula o mais 'mastigado' possível para que não tenham trabalho nenhum, além de decorar e despejar tudo em nossas provas, mas sabemos que isso é uma inverdade.
Sabemos e sentimos isso pois tudo no mundo tem peddido a nossa participação, a televisão pede para escolhermos o filme do dia seguinte, quem ganha ou perde em um reality show, qual partida de futebol queremos assistir, a internet nos pede para escolhermos os sites mais legais, tudo nos pede para interagir.
Por que isso não pode acontecer na sala de aula? Por que o professor não pode trabalhar de maneira que seu aluno construa seu próprio conhecimento? Não nessa visão absurda que algumas pessoas têm de que não se pode corrigir, que tem que deixar errado pois com o tempo o aluno percebe o erro, pois isso não é interação.
Inter - ação, é ação realizada em conjunto, é construir o conhecimento ao mesmo tempo que outras pessoas, é participar decidindo o melhor caminho a se tomar... isso é interação.
E Pierre Levy, diz que ela está presente cada dia mais em nossas vidas e em níveis cada vez mais complexos. Precisamos por isso, estarmos cada dia mais "antenados" as mudanças que ocorrem a nosso redor, e aprender a utilizar tão valioso instrumento na busca de informações e elaboração de conhecimentos.
Vou pensar um pouco mais sobre esse assunto e em breve retorno, mas gostaria muito de encontrar a opinião de vocês para que possamos inter-agir na construção de nossos conhecimentos sobre esse tema...
Fiquem bem, e até a próxima...